quarta-feira, 20 de março de 2019

Robalo com Bay Bandid 135 F

“Spinning”
Boas pessoal!
Esta foi mais uma jornada de spinning em harmonia com a Natureza, sinceramente não ia com fé nenhuma, mas como tinha saudades de andar por estas bandas resolvi ir a passeio e aproveitar para espreitar como estão alguns spots favoritos.


Andei por lá durante a noite mas não senti qualquer peixe e a ficar sem água no pesqueiro resolvi parar para descansar um par de horas e fazer o aceio da manhã num laredo de que eu gosto muito quando a maré já enchesse.
Foi uma jornada um bocado complicada porque o vento contra não deixava lançar bem as amostras. Aproveitei para experimentar alguns jerks para tentar perceber melhor como se comportam em termos de lançamento e natação, embora com vento contra nunca se saiba ao certo o que uma amostra lança…


Foi já mesmo quase a terminar a pesca que ferrei este Robalo num fundão com muita pedra, peixe energético que me levou o multi a uma rocha que estava ali pertinho e por momentos fez-me temer o pior, o RAYBRAID ficou muito mal tratado pela rocha mas aguentou, se fosse um peixe maior não sei se a coisa tinha terminado da mesma maneira. Depois daquilo e sem fé nenhuma, pois bem sabia eu que este era mais um filho único que andava perdido, resolvi tirar cerca de 3 metros do RAYBRAID e fazer um novo terminal para executar apenas mais cinco lançamentos e assim foi, depois disso tirei as fotos da praxe e fui para cima. Fiquei bastante contente com esta captura pelo facto de ter sido feita com uma amostra de uma cor em que deposito muita esperança (Bay Bandid 135 F) na cor: nº14 “Natural Herring”

Quando caminhava falésia acima pelo aceiro cruzei-me com um pescador de sargos, individuo na casa dos seus 60 anos, trocamos meia dúzia de palavras e cada um foi à sua vida, pareceu-me homem da terra habituado a estes laredos, pois descia com um andar fácil.


Material utilizado
Cana:  Cinnetic Crafty Sea Bass CRB4 3m    
Carreto:  Cinnetic Cautiva Devil4500
Linhas: multi  RAYBRAID 0,18 com terminal 0,40 Skyline da Cinnetic
Artificial responsável pela captura: Bay Bandid 135 F (cor: nº14 Natural Herring)


A seguir ao peixe o pequeno-almoço era o mais importante naquele momento, pois estava já com uma fomeca que não via nada atrás das costas.


Com o estômago já forrado fui a outro spot ver como aquilo estava, é aqui que eu me sinto bem nestes laredos esculpidos pelas chuvas e pelos ventos durante centenas ou até milhares de anos, vai-se lá saber, aqui os pensamentos desaparecem no horizonte e parece que um gajo purifica a alma.


Claro que já sabia o que ia encontrar lá em baixo e não vinha para cima de mãos a abanar, por isso levei logo dois sacos para encher.
Volta e meia vejo pessoas a apanhar lixo trazido pelo mar mas são os camones, tenho pena de não ver os nossos a fazer o mesmo, talvez se julguem muito importantes…


A Primavera por aqui já está em força e prova disso são as flores que marcam presença um pouco por todo lado enfeitando campos e falésias, os pássaros completam o cenário com os seus cantos melódicos.






As cegonhas também andam entretidas com os seus ninhos.

E por hoje é tudo pessoal, sejam conscientes em cada ida à pesca, pois a Natureza embora por vezes seja bruta mas também tem as suas fragilidades.
Saúde e força aí.

terça-feira, 12 de março de 2019

E tudo o Vento Levou

“Surfcasting”
Boas pessoal!
Esta foi uma jornada difícil, sabia de antemão que o vento com rajadas ia estar presente todo o dia, sabia também que ia apanhar chuva e desconfiava que o mar fosse pouco para o meu gosto, mas como em casa não se apanha nada e como só se vive uma vez, bora lá prá pesca…


A prioridade neste dia era chegar ao local onde ia pescar e equipar-me a rigor o mais rápido possível vestindo o wader e um corta-vento antes que começasse a chover, depois disso já podia chover à vontade que o resto do material ia montando nas calmas, nem que adivinhasse e passado pouco tempo a chuva começou a cair acompanhada de umas rajadas de vento bem fortes, pensei que não incomodasse tanto mas o gajo estava bruto e não podia haver descuidos porque de um momento para o outro vinha uma rajada e levava tudo, eu gosto dos dias assim sem sol e escuros, acreditem que para mim são dias lindos, mas neste dia as rajadas de vento tornavam um dia lindo num dia totalmente desagradável…


No primeiro lançamento que fiz prendi uma gaivota que ficou enleada no Skyline, o bicho caiu na água e para bem dos dois (ela e eu) rapidamente se conseguiu libertar e foi à vida dela, menos mal.
Mais tarde e sem sinal de peixe veio-me à ideia (se ao menos tivesse apanhado a gaivota sempre dava pa fazer um arroz de gaivota, assim chapéu) 😂
Como já estava a pescar há cerca de 2h e não se passava nada fui buscar a máquina para me entreter a tirar umas fotos e enquanto olhava com atenção para a cana da esquerda, a da direita dava de sinal (engraçado que nem me dei conta que a cana vergou no momento em que tirei a foto e só já em casa é que vi)


Quando me virei ainda vi a cana a abanar e logo me apercebi que tinha lá um peixe, pouco depois estava cá fora e era um robalote já bom, menos mal pensei eu falando em voz alta.
Volta e meia vinha uma rajada que ameaçava levar tudo e quando me virei a mochila tinha tombado com o vento, vou arruma-la melhor e quando me apercebo já a tampa da geleira ia no ar, toca de atar a tampa com os elásticos e nisto lá vai a tampa do balde do isco “Bommm tá a porca ruim, hoje vai tudo pus ares” pensei eu mais uma vez falando em voz alta e já irritado com aquilo tudo, não podia ficar nada à merce que o raio do vento pegava em tudo, a única coisa que escapou foi o saco das chumbadas…



O tempo foi passando e mais tarde saíram dois sargos, um em cada cana que foram fazer companhia ao robalote e já no final veio um sarguinho que foi devolvido.
Não foi uma pesca de sonho, nem lá perto, mas foi o que se arranjou e sempre foi melhor do que ficar em casa e do que a última investida.


Material utilizado
Canas:  Cinnetic
Carretos:  Cinnetic
Linhas:  SkyLine 0,18 nos carretos, chicotes Cinnetic e MIMETIC 0,31 nos estralhos
Anzois:  Hayabusa


A SkyLine é a minha linha de eleição para usar nos carretos e que me inspira confiança, já a uso há bastante tempo. Permite lançar mais e assim atingir maiores distâncias, o que normalmente é o objectivo nº1 de grande parte dos pescadores salvo raras excepções. É macia, resistente e duradoira, estas são algumas das características que esta linha tem a seu favor, não excluindo claro uma boa passagem por água doce após cada jornada de pesca, quem experimenta dificilmente a troca por outra.


Coisas engraçadas que se encontra por vezes na pesca, uma moeda de 2€ que deve ter vindo com o vento e um náufrago que deu à Costa 😊


Na última Lua Nova fui ali a uma regueira apanhar umas ameijoinhas que eu tinha micado uns dias antes 😉


No dia seguinte e para gastar o isco que sobrou fui aqui pertinho de casa fazer uma horita de pesca a seguir ao jantar e apanhei um sargo e duas bailecas, já deu para as sopas, um gajo tem de comer alguma coisa 😉


Quando o amigo João Santana vem ao Algarve e há oportunidade combinamos sempre um petisco para meter a conversa em dia, trocar umas ideias e beber uns copos de vinho 😉 para quem não conhece fica aqui o blogue do João, dêem uma espreitadela https://litoralalentejanosurfepesca.blogspot.com/

Pessoal por hoje é tudo, melhores dias virão certamente.
Usem o mar mas não abusem dele e não deixem lixo nos spots 😉
Saúde e força aí.

quinta-feira, 7 de março de 2019

Em busca da Escama Perdida

“Surfcasting”
Boas pessoal!


Esta foi uma jornada de Surfcasting com algumas capturas mas com poucas retenções, pois o peixe que ia entrando no pesqueiro resumia-se a pequenas bailas, mucharras, ferreiras e até uma douradinha que veio presa pelos dentes ao elástico de atar o isco, só por aí já podem calcular o tamanho destes matulões que andavam por lá…


A azáfama de preparar o spot começou bem cedo, logo a seguir ao almoço procurei um sítio propício para fazer uns peixes, havia bastante tempo que não fazia uma pesca de Surfcasting e as canas estavam esfomeadas por lançar e pescar.


Depois das canas montadas e de tudo preparado era hora de explorar o que se passava, o primeiro lançamento é sempre um momento de ansiedade até verificar se há lixo (algas) ou não, o mar estava limpinho e prometia uns bons peixes mas passado 1h não havia qualquer actividade, as iscas iam e vinham na mesma, parecia que não havia vida naquele mar tão bom.


Se a cana que estava à direita não dizia nada, a que estava à esquerda pouco ou nada dizia, pareciam duas mudas, tanta vontade que tinham de pescar e agora comportavam-se como duas meninas tímidas no primeiro dia de escola.

Fez-se noite e de um momento para outro entraram uns peixinhos esfomeados que ratavam e traçavam tudo o que era isco, foi do oito ao oitenta, mas nem um que se aproveitava, uns já com medida mas pouca e outros sem, iam sendo libertados conforme iam saindo, não os contei mas talvez umas dez devoluções entre bailas, mucharras e sarguetas. Um pouco mais tarde resolvi fazer uma pausa a ver se a rataria se ia embora, pois já sabia que enquanto o peixe sentisse o pesqueiro “engodado” com o isco que eles próprios migavam não se iam embora e àquele ritmo rapidamente ficava sem isco para pescar o resto da jornada…


Agora era a minha vez de dar ao dente, uns ovos mexidos com atum e duas ou três azeitonas com uma garrafita de vinho, um gajo tem de comer alguma coisa 😉 e a primeira cena que me veio à cabeça foi (esta isca não papam vocês não, rataria marafada)  hahahaha…


A seguir com a barraca montada era hora de esticar o esqueleto e descansar um par de horas até a maré dar a volta, a humidade encharcava tudo e soube-me bem estar ali amalhado na barraca onde ainda passei pelas brasas…


Levantei-me antes do Sol nascer, o mar do dia anterior já tinha caído bastante e a madrugada trouxe temperaturas que pediam um bom agasalho, comecei a 2ª parte da jornada e não havia sinal da rataria, menos mal pensei eu…
Nisto dei por mim a pensar (isto está mesmo mal, daqui nada tenho 20 h de pesca e com uma boa teca de peixe que tirei não consegui aproveitar peixe para uma refeição, anda um gajo a fazer uma pesca sustentável, a apanhar o lixo dos outros e não merece apanhar uns pexecos!!?)  Era o que faltava, decidi então que a partir daquele momento tudo o que viesse e tivesse medida legal ia comigo, fosse ele que peixe fosse, fui buscar a régua para perto de mim, coisa que já nem me lembro da última vez que a usei…


Passado pouco tempo lá entalei um robalote, curto mas gordinho 1,1kg… não era o que eu procurava mas como a coisa ia já servia bem, logo a seguir na outra cana tinha mais um robalete, este confesso que tive de usar a régua, media 38cm, não é a minha medida mas estava dentro da medida legal e essa não fui eu que estabeleci, penso que a medida mínima para o Robalo deveria ser revista e alterada no mínimo para os 40 cm ou mais até, mas lei é lei e se é para cumprir, hoje vai ser cumprida a 100%
A seguir ainda tirei quatro bailas e mais uma vez lá tive de usar a régua, duas sem medida foram devolvidas e duas dentro da medida vieram comigo, mais uma espécie que também deveriam alterar a medida mínima para bem acima da actual…


As bailas fizeram uma fritada e com 1kg de batata doce e uma salada ainda deram para duas refeições, um gajo tem de comer alguma coisa 😉 


Como o peixe não tem sido muito, pelo menos para mim, aproveitei as marés gigantes da Super Lua para apanhar um mariscote.
Nestes tempos de modernice tudo é super, até a Lua cheia e marés grandes já são super, deixa lá ver onde é que isto vai parar com tantos super inteligentes a fazerem super leis e a comandarem este País…
Pessoal por hoje é tudo, era para não relatar esta jornada mas apeteceu-me escrever e assim aproveitei as fotos. Mesmo que não tenham as vossas próprias medidas mínimas, pelo menos respeitem as medidas legais que já é bem bom, coisa que muitos infelizmente não fazem.
Saúde e até à próxima…

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Spinningboard

“Spinning”
Boas pessoal!
Desta vez a jornada de spinning foi praticada de maneira diferente. A técnica consiste em pescar sentado em cima de uma prancha de Bodyboard adaptada e aproveitar a “boleia” da corrente para minimizar o esforço e assim percorrer umas boas centenas de metros ou kms se a praia o permitir.


Apelidei este tipo de pesca como “Spinningboard”, nunca vi ninguém pescar desta forma no entanto acredito que alguém já o tenha feito. Não foi a primeira vez que o fiz, mas foi a primeira vez que tive algum resultado, as capturas podem variar entre robalos e bailas.


Não é um tipo de pesca que dê mais capturas do que qualquer outro, talvez pelo contrário, ou pode ter os seus dias não sei… A essência aqui é o contacto com o mar e pescar de maneira diferente, fazer lançamentos em direcção à praia, nas laterais e em direcção ao mar, lançar para cá e para lá da rebentação nos fundões e cabeços de areia por onde vou passando levado pela corrente que também não pode ser demasiado forte tal como o mar que não convém ter mais de 1m, o problema mesmo é agarrar o peixe e tirar-lhe o artificial para o meter num saco de rede atado à prancha sentado em cima da mesma e sempre com um olho no mar, por isso os vinis são os mais apropriados, os Jerkbaits podem dificultar esta tarefa e a coisa até pode correr mal como todos nós sabemos…


Olha aí pessoal, como se costuma dizer, faz o que eu digo e não faças o que eu faço. Apesar de eu achar este tipo de pesca simples e fácil, penso que não dever ser praticado por qualquer um, o mar que se vê quando estamos no areal não é o mesmo que se sente quando estamos na zona de rebentação, eu faço-o à vontade porque pratiquei Bodyboard intensamente durante mais de vinte anos e tenho uma visão e percepção diferente do mar, sei onde e quando as ondas vão cair ou rebentar e estou familiarizado com a força do mar. Penso que este tipo de pesca não deve ser praticado por indivíduos que nunca tenham feito Bodyboard ou surf e que não estejam em boa forma física… O apelo foi feito, depois não digam que eu não avisei 😊


Os Robalos não apareceram mas as suas primas as bailas marcaram presença, poucas mas de bom tamanho, guardei três e devolvi uma pequenita.
Resultado: foram umas horas de pesca e actividade física bem passadas e relaxantes onde me diverti a brincar com estas bailas nervosas e irrequietas como é hábito nesta espécie. Ainda apanhei uma bela chuva, mas também molhado por molhado pouco importa e que tanta falta ela faz, pelo menos aqui no sul.
Mais tarde ao final do dia ainda fiz uns lançamentos até anoitecer a pescar de terra mas não senti qualquer sinal de peixe…


O RAYBRAID da Cinnetic tem sido o multifilamento que tenho usado desde há uns bons tempos para cá, um multi fino e resistente que desliza muito bem pelos passadores e com uma durabilidade bastante boa. Já tive situações de “trilhar” esta linha nas rochas e mesmo “ferida” não se rebenta para aí assim…


Material utilizado
Cana:  Cinnetic Crafty Sea Bass CRB4 3m   
Carreto:  Cinnetic Cautiva Devil 4500
Linhas: multi  RayBraid 0,18 com terminal 0,40 Skyline da Cinnetic
Artificial responsável pela captura: vinil


Claro que depois daquele estrafego todo tinha de repor energias.
Batata-doce com mel e canela 😋
Um gajo tem de comer alguma coisa.


Por estas bandas também há lixo para apanhar e bastante, depois de tirar umas fotos às bailas ainda juntei ali algum lixo que estava mais perto, até um balde achei neste dia, enfim…
Pessoal por hoje é tudo, haja saúde e não deixem lixo nos locais de pesca, a Natureza agradece e eu também.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Um é Um, nenhum é Chibo...

“Spinning”
Boas pessoal (amigos, leitores e seguidores)
Esta foi uma jornada de spinning em que à última da hora decidi mudar de spot, porque um pescador profissional entendeu que ali era o sítio que ele queria largar as suas artes.
Decidi então ir mais para norte e apostar num laredo de difícil acesso que já lá tinha pescado mas nunca tirara um peixe comprido.


Fiz duas investidas, uma depois do jantar e outra no aceio da manhã. Foi na primeira investida que fiz esta captura, num pesqueiro de muita pedra e já quase sem água para pescar, um Robalo que após ter atacado a Crafty minnow 150F com umas boas cabeçadas rapidamente se rendeu às evidências e deu-se como vencido ali aos meus pés. Depois disso ainda insisti com mais uns lançamentos mas a amostra estava constantemente a prender nas pedras e resolvi ficar por ali. Regressei à carrinha para descansar umas horinhas e voltar à carga no aceio da manhã…


Se o mar está forte não deixa pescar e quando cai é isto um pouco por todo lado, enfim…


Material utilizado
Cana: Cinnetic Crafty Sea Bass CRB4 3m
Carreto:  Cinnetic Cautiva 4500
Linhas: multi  RayBraid 0,18 com terminal 0,40 Skyline da Cinnetic
Artificial responsável pela captura: Crafty Minnow 150F (cor nº3 -White chartreause)


Antes de ir lá para baixo tive de papar uma sopa de grão com batata doce e um pedaço de linguiça, um gajo tem de comer alguma coisa 😋


Já lá em baixo e passado um par de horas arranjei ali um buraco para me enfiar e tive de combater o frio que se fazia sentir com um 15 anos e uma torta de laranja, um gajo tem de comer alguma coisa 😋


Acreditem que só de pensar no frio que apanhei nas últimas vezes que fui à pesca quase que nem tinha vontade de programar esta ida e ainda por cima sabendo de antemão que nesta noite ia arrefecer bem…


Às 5:30 da manhã tocava o despertador e com o termómetro a marcar 0º vi o caso mal parado para sair do saco cama, tive de recorrer ao CD mágico para me levantar e ganhar pica para enfrentar o frio e ir lá baixo novamente tentar a sorte, há certas músicas que fazem milagres e num instantinho estava a pescar 😊


Os 0º que estavam faziam a água fumegar e os dedos já nem os sentia (Áhh queres pesca!!!! Atão toma lá pesca…) resultado: nem um kileiro para atenuar todo aquele sacrifício, parece mentira como é que não andava por aqui um Robalo com estas condições…


Antes de vir embora ainda tive tempo e força de vontade para apanhar algum lixo deixado pelos mariscadores, pois aquele laredo foi em tempos bastante utilizado por gente desta sem o mínimo respeito pela Natureza…


Tenho encontrado botas que devem ter sido abandonadas há mais de vinte ou trinta anos por mariscadores e apanhadores, certamente que alguns desses velhos já morreram, vendo bem gente dessa faz cá tanta falta como a fome…

Pessoal por hoje é tudo, ainda safei um peixe comprido e "um é um, nenhum é chibo" a época não vai de vento em poupa mas como já disse anteriormente cá estarei para contar como foi, o bom e o mau.
Saúde da boa e força aí…

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Ripple Shad- PowerBaite

“Spinning”
 O Ripple Shad pertence à família Powerbait da marca Berkley, é um dos mais bem-sucedidos vinis do mundo para a pesca de grandes predadores, tanto em água doce como em água salgada. No ano passado a marca lançou uma nova versão com um corpo mais suave e resistente com olhos 3D. 


No padrão de cores que são oito no total também houve alterações, já que este lendário vinil vem agora com cores laminadas às quais lhes foram adicionados aromas para atrair os peixes. 


Classifico este vinil como bastante versátil, macio e com uma natação bem interessante que provoca vibrações capazes de despertar a atenção dos predadores.

Existe em quatro tamanhos, são eles: 7-9-11 e 13 cm.
Eu escolhi três cores de que gostei no tamanho de 11 cm, a embalagem traz quatro corpos iguais (sem cabeçote).
Montei o corpo num cabeçote de 20g e acho que ficou bem equilibrado fazendo uma natação interessante. No entanto estou curioso em experimentar o tamanho de 13 cm em mares mais fortes.

Pearl

Cappucino

Silver Magic