segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Bay Bandid 135 F

A Bay Bandid 135 F é um minnow novidade 2019 da marca Cinnetic.
Um todo terreno flutuante de 13,5cm e 20g de peso, resistente para águas agitadas e correntes fortes, onde uma natação um pouco mais profunda e nervosa pode ser bastante eficaz e fazer toda a diferença.
Trabalhada mesmo a baixa velocidade pode despertar o interesse de alguns predadores, como o Robalo.


Esta amostra é fabricada em plástico ABS e tem um sistema de transferência de peso magnético, vem equipada com dois triplos VMC 9626 3X Nº4 . 


Está coberta com um duplo revestimento de verniz para maior protecção e durabilidade da pintura, veste seis cores em padrões bem realistas com uns holográficos bastante interessantes.


Segundo o fabricante nada até uma profundidade de 1.8m, penso que não seja bem assim, pelo menos as vezes em que a usei, acho que nada até uma profundidade de 1.2m ou um pouco mais quando vem a cortar a corrente.


Em termos de lançamento e para que não fiquem duvidas posso compara-la com a famosa Maria (angel Kiss) que todos os pescadores de spinning conhecem.
O valor deste artificial no mercado andará sensivelmente nos 10€.

domingo, 16 de dezembro de 2018

Triplos Hayabusa

Boas amigos leitores e seguidores.
Se na semana passada falei dos anzóis, esta semana falo dos triplos Hayabusa, ou melhor; apresento a quem não conhece até porque pouco ou quase nada posso falar sem testar estes triplos (fateixas) durante uns tempos…


Precisei de substituir algumas fateixas (triplos) das minhas amostras e pela primeira vez meti fateixas da Hayabusa TBL 930 nos tamanhos 2- 4 e 6 consoante o tamanho e modelo das amostras, pelo que sei estão no mercado à relativamente pouco tempo. Produto (made in Japão), são afiadas e parecem ser fortes, fabricadas com revestimento (nickel) que aumenta a sua resistência e durabilidade contra a corrosão…
Daqui por uns tempos darei algum feedback em relação às mesmas…
Até lá, saúde e força aí pessoal.








domingo, 9 de dezembro de 2018

Anzóis Hayabusa

Boas pessoal!
A Hayabusa é uma das marcas de anzóis mais conceituadas que estão no mercado e que todos conhecem, são anzóis que eu já uso há algum tempo na modalidade de “Surfcasting” e que só troco por outros quando não encontro os que procuro...
A marca tem vários modelos e tamanhos; em carbono, de argola e de patilha, resistentes e super afiados, mesmo depois de algumas jornadas de pesca ainda picam bastante bem (material Made in Japão).


Deixo-vos uma pequena amostra da minha selecção de anzóis Hayabusa para esta temporada de “Surfcasting” que apesar de não estar a correr como eu desejava devido a vários factores, não baixo os braços e vou continuar a apostar em anzóis de tamanho avantajado como sempre fiz para tentar seleccionar ao máximo as minhas capturas e evitar assim capturar e ferir os pequenos…
Saúde e força aí pessoal.








domingo, 2 de dezembro de 2018

SkyLeader

“Surfcasting”
Boas pessoal!
A Sky Leader é uma linha da Cinnetic que foi concebida para se usar nos carretos de “Surfcasting”, já existia na cor “clear” e para 2019 a marca lançou também na cor “red inferno”. Existe em 240m e 265m.
Para quem não sabe esta linha não é mais do que o habitual enchimento que usamos no carreto com um terminal (chicote) na ponta. A diferença é que aqui não existe nó, é uma linha única e contínua que os últimos 15 m terminam em cónico, por ex: 240m é = 225m de linha + 15m de cónico. Neste caso a minha escolha caiu sobre o 0,20 que termina em 0,57.



Algumas vantagens em comparação com uma união entre a linha do carreto e um terminal são:

1º Eliminamos o nó e com ele o principal ponto de ruptura da linha, por mais que uma união seja bem feita, um nó é e será sempre um nó e que pode partir por várias razões entre elas quando a chumbada fica areada, quando existe muito limo, ou quando trabalhamos um peixe maior na zona de rebentação, relembro que um nó recente não é a mesma coisa do que um nó com meia dúzia de pescas, pois este último já deslizou centenas de vezes pelos passadores, já “tropeçou” em muito limo e sofreu algum desgaste, por vezes acontece a pescadores mais descuidados que não fazem revisões às linhas um nó partir do nada porque já se encontrava desgastado e fragilizado…

2º Eliminamos um ponto onde normalmente acumula algum ou até muito limo em dias difíceis, quantas vezes já tivemos de pousar a cana para tirar o limo que está preso na ponteira e que não deixa passar o nó de união, uma operação simples mas que se torna stressante quando temos um peixe bom a cabecear na rebentação e à mercê da ondulação…

3º É uma alternativa para aqueles pescadores que gostam ou querem pescar com linhas finas e que pura e simplesmente não sabem ou não gostam de fazer nós, ou até mesmo para quem tem problemas de visão, porque neste campo ter de fazer uma união entre 0,18s não é a mesma coisa do que fazer uma união entre 0,40s
As opções vão desde o  (0,16/0,52) ao (0,35/0,57) podem consultar o catálogo da Cinnetic clicando no logótipo da marca à vossa direita.




A apresentação está feita, cabe a cada um decidir o que prefere usar nas suas jornadas de Surfcasting.

Saúde e força aí pessoal.


domingo, 25 de novembro de 2018

Dare Minnow 105 s

“Spinning”
Boas pessoal!
“Dare Minnow 105 s” é uma amostra sinking de 10,5cm e 30g de peso que está equipada com duas fateixas VMC nº4 e veste oito cores diferentes.
É uma pequena amostra da marca Cinnetic destinada à pesca de predadores e foi concebida para pescar em condições de mar mexido em que outras amostras não o conseguem fazer, dotada de uma palheta forte e robusta de tamanho considerável é responsável por uma natação vigorosa e consegue nadar perfeitamente em zonas de correntes fortes, pode ser usada em várias camadas de água uma vez que é (Heavy sinking), o seu tamanho reduzido e as suas 30g de peso são responsáveis pelos longos lançamentos que esta amostra é capaz de fazer, aguentando bem os ventos frontais e laterais desde que não sejam demasiado fortes…
Uma coisa muito importante, antes de lançarem esta amostra verifiquem se têm linha suficiente no carreto 😉
Saúde e força aí pessoal… 


















sexta-feira, 16 de novembro de 2018

No Sítio certo à Hora certa

“Spinning”
Boas amigos leitores e seguidores…
Este não tem sido o início de temporada pelo qual eu ansiava, para além das condições de mar não terem coincidido em vários aspectos que me fossem favoráveis nos últimos tempos, o peixe também não tem colaborado (nos “meus” pesqueiros) nas poucas investidas que tenho feito, muito peixe miúdo e os que se aproveitam para trazer para casa resumem-se a um/dois/três pexecos, também por isso não tenho relatado qualquer jornada de pesca…


Então um dia destes e depois de andar constantemente a controlar as previsões e ver que vinha aí um Marsão daqueles à "Homem" para rebentar com tudo decidi apostar mesmo com o mar a puxar para o forte (no limite) corri o risco de não conseguir pescar e fiz por aí mais duas investidas em dois locais distintos na mesma noite e foi no aceio da manhã num laredo de difícil acesso que a sorte e insistência me brindaram com este peixe, como o mar tinha um toque ainda bom apostei em material mais pesado e robusto…

As temperaturas obedecem ao calendário e tanto as noites como as alvoradas já pedem um bom agasalho. O nascer de um novo dia traz com ele uma explosão de cheiros vindos da serra que me provocam uma energia brutal, os pássaros ainda escondidos nas saliências das falésias e nos arbustos trocam cantos melódicos entre si numa linguagem privada que me é impenetrável, são estas coisas que me atraem para estes spots longe de tudo o que seja modernices e excesso de materialismo…

Depois de muitos meses sem sentir um peixe decente a fome de pescar era mais que muita, o corpo e a mente estavam ambos a ressacar de pesca, pelas minhas contas foram oito meses sem apanhar um Robalo na vertente de spinning, não que tivesse feito muitas investidas durante esse espaço de tempo, talvez uma meia dúzia que renderam o tal famoso peixe com cornos que ninguém gosta (chibo)…


Mas eu sabia que o grande dia tinha de chegar e passados oito meses quando dei por mim lá estava eu de novo “No Sítio certo à Hora certa” a respirar vida e a fazer o que mais gosto, com a cana vergada e um velhaco teimoso a cabecear com força, de punho firme mantive a cana ao alto e o Cautiva Devil ainda cedeu um pouco de linha, normalmente gosto de ter o drag regulado para a bitola dos 4kg e apenas se ver o caso mal parado é que então o abro mais um pouco, naquele momento era só eu e o velhaco que estávamos ali, ele queria ir numa direcção mas eu conduzia-o para outra e foi a cerca de cinco metros que eu meti os olhos no bicho “aguenta coração que já tá quase” o vício do spinning ressuscitava de novo e o batimento cardíaco acelerava tipo velocidade ferrari, as emoções que este tipo de pesca transmite são um desafio que nos faz querer sempre mais.

Apesar de ser um Robalo teimoso aos poucos e com a ajuda da ondulação sucumbiu aos meus pés, foi o primeiro peixe digno apanhado esta temporada e com o Cautiva Devil, foi uma boa estreia…
Depois de algumas jornadas de pesca magras e chibateiras, finalmente o mar bafejou-me com este Robalo de bom porte, ali estava ele em carne e osso, ou melhor, em escama e espinha 😉


Material utilizado
Cana:  Cinnetic Cautiva 3,30m
Carreto:  Cinnetic Cautiva Devil 4500
Linhas: multi  RayBraid 0,18 com terminal 0,40 Skyline da Cinnetic
Artificial responsável pela captura:  Vinil 60g


Entre uma pesca e outra a meio da noite lá tive de papar uma sopa de feijão com repolho e um copo de vinho, tenho que guardar reservas para aguentar o rigor das noites frias de inverno 😊
Um pormenor que adoro nesta altura do ano quando pesco à noite e que passa despercebido a muita gente, é o piar dos tordos que estão a chegar e entram pelo sul do país para virem passar o inverno em Portugal, é a Natureza de mãos dadas com a pesca…


Comecei tarde mas ao menos comecei bem, vou tentar fazer umas investidas porque os Robalos já devem ter saudades minhas 😊 mas isto quando o mar deixar claro, porque a última palavra cabe sempre ao grandioso, foi apenas um mas fiquei bastante satisfeito e já serviu bem para apaziguar a “fome” de pescar e apanhar peixe…

Aproveitem este fim-de semana que o tempo não está propicio à pesca e levem a “Maria” a passear para ganharem uns créditos 😉 até a podem convidar para jantar fora e à ultima da hora esquecem-se da carteira e acaba por ser a “Maria” que paga a conta e vocês poupam uns trocos para comprar o isco da próxima pesca 😃 

E não se esqueçam, libertem os mais pequenos, pois só assim seremos recompensados no futuro com exemplares de bom tamanho.
Saúde e força aí pessoal.

domingo, 11 de novembro de 2018

Bricolage

Boas pessoal!
Hoje vou partilhar com vocês uma ideia que já tinha na minha cabeça há uns aninhos…
Existem dezenas de geleiras no mercado para todos os gostos e que podemos usar nas nossas jornadas de pesca para guardar o peixe que capturamos, há quem use uma pequena, há quem use uma grande, há quem leve duas, etc…


Quase todas elas são boas para arrumar os nossos peixes, mas volta e meia quando a pesca corre melhor do que estamos à espera e apanhamos um Robalinho na casa dos 4 kilinhos para cima surge o tal problema, (E agora onde é que eu guardo o peixe!!? O velhaco não me cabe na geleira!!)

Aqueles que pescam perto de casa, não precisam de se preocupar com essas coisas e muito menos se for inverno que o tempo está frio, guardam o peixe dentro da saca ou num saco e caso arrumado… Mas no meu caso não é bem assim, infelizmente vivo longe dos meus pesqueiros favoritos e como muitos de vocês sabem faço verdadeiras maratonas de pesca de vários dias. Se pescar um peixe desses no último dia de pesca não há problema, normalmente só pesco no inverno que por norma o tempo está fresco e o peixe não perde qualidade, o problema é quando vou preparado com aquela logística toda para fazer dois dias de pesca e apanho um peixe desses no primeiro dia e depois não tenho lugar para o guardar e conservar nas devidas condições…


Já me aconteceu estar cansado da pesca e ter de cortar um Robalo de 5 kg ao meio às 4h da manhã para o guardar na geleira, outras vezes aconteceram de guardar peixes de 4 kg todos enrolados e quando os tiro da geleira parecem autênticas bananas. Acho que não são condições nem a maneira mais adequada de guardar aquele troféu ou exemplar que tanto procuramos e que tanto prazer nos deu capturar, como qualquer adversário devemos tratá-lo com respeito, excepto quando eles desferram e vão embora, aí nesse caso chamo-lhe todos os nomes e mais alguns 😂


Existem algumas geleiras no mercado de tamanho XXL, boas para guardar esses peixes, no entanto são grandes de mais e ocupam demasiado espaço, eu não preciso de uma geleira tão grande nem com capacidade de muitos litros, o que eu preciso mesmo é de uma geleira comprida para guardar e acondicionar em perfeitas condições os peixes compridos (Robalos) que não cabem numa geleira normal…
Então decidi meter mãos à obra e construir eu próprio uma geleira à minha medida, pensei nas medidas e fiz um esboço, a lista do material que ia precisar e siga. Enquanto o projecto avançava surgiam pequenos problemas e dúvidas, a missão foi demorada porque tinha que dar tempo de secagem à cola e ao silicone.


Os materiais aplicados foram: contraplacado marítimo, ripas de pinho, cola de madeira, cola de contacto, silicone marítimo, tinta para madeira, pregos, parafusos, anilhas, isolante térmico, cantoneiras de PVC, outros acessórios…


Esta travessa de reforço é amovível para poder meter e tirar o peixe sem grandes “acrobacias”


Tentei reforçar a estrutura ao máximo para a tornar mais forte e compacta, levou isolamento térmico por dentro e por fora.


Alguns de vocês devem estar a pensar que aquele maluco fez uma geleira em madeira e que aquilo com o tempo vai apodrecer tudo e não sei o quê 😊  Nada disso, para além de ter sido isolada ao máximo com colas, tinta e silicone marítimo nas juntas e ranhuras, ainda vai levar uma forra de plástico forte na altura em que for usada, tal como o peixe que será embalado num saco de plástico assim como o gelo…


Para fechar e ao mesmo tempo vedar em todo à volta adaptei um esticador que fará com que a tampa fique a fazer pressão em cima de um vedante (daqueles que se usam nas portas e janelas)
Não é a maneira mais simples e bonita mas é bastante eficaz e uma vez que isto será para usar só de vez em quando é o suficiente. 


Nas laterais adaptei um tipo de uma pega para facilitar o transporte quando for necessário.


Isto não é coisa que se use muitas vezes, mas no dia que fizer falta já tenho um sítio onde guardar e conservar um ou mais peixes de qualidade em condições, sem ficar todo torcido ou até mesmo ter de o cortar ao meio, exemplares de bom calibre cada vez são menos infelizmente e acho que o respeito por uma boa captura deve estar sempre presente.


Depois de muito trabalho e paciência lá terminei este projecto com as medidas que eu queria, para além de geleira vai ter outra função, serve de baú para guardar e arrumar coisas que eu pouco ou nada uso e andavam sempre espalhadas dentro da carrinha tal como uma muda de roupa suplente, um blusão velho e umas botas velhas para alguma eventualidade assim como outras pequenas tralhas que nunca fazem falta mas que um dia poderão ser necessárias. Uma vez que ia ser feita por mim escolhi as medidas para que no final encaixasse na perfeição no fundo da carrinha e que assim lá fique acomodada.

Comprimento: 1m
Altura: 30 cm
Largura: 30 cm

Saúde e força aí pessoal…