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quinta-feira, 16 de março de 2023

Dois dias no Território Lobo

“Chumbadinha”

Boas pessoal!

Desta vez decidi fazer um relato um pouco diferente mas com a mesma essência, a diferença está na apresentação do peixe que fotografei apenas quando estava a prepara-lo para o almoço no melhor restaurante do mundo.

Há uns dias atrás cansado e farto da vida na cidade resolvi ir passar dois dias a uma zona de que eu gosto muito, fui com o pensamento em apanhar algum peixe e papá-lo lá como fazia antigamente, são estes dias de isolamento que eu gosto de passar e viver ao ritmo da Natureza e com o telemóvel sempre desligado.

Tudo começou já o sol tinha despertado, o mar estava de mau humor neste dia para pescar junto a ele e decidi fazer uma pesca à chumbadinha em altura a pescar do cimo da falésia. Um velhote rijo com ar de astuto passou por mim com o seu ceirão às costas e uma cana telescópica atravessada mas foi para o lado contrário que eu tinha em mente, eu fui preparado para algum robalo que por ali andasse e tive a felicidade de safar um já porreiro para acender o fogo, depois veio outro um pouco mais pequeno e a queimar a medida, ainda pensei em devolvê-lo mas àquela altura não arrisquei, pois o mais certo era bater lá em baixo e ficar a boiar e depois nem para mim nem para o mar, os sargos eram poucos e pequenos; ainda apanhei dois mas foram devolvidos, já tinha 2kg de robalo era mais do que suficiente para o que eu pretendia.

Em spots como este escondidos no meio da vegetação e de difícil acesso através de trilhos têm a sua magia e até se consegue saborear a Natureza…

A hora de almoço já ia longe, mas quando estou aqui a única hora a que presto atenção é a da maré e como não tinha pressa orientei a minha vida nas calmas, mudei-me para outro local mais refundido e depois do peixe amanhado em cima de uma pedra com água do mar meti-lhe umas pedrinhas de sal e tapei-o, entretanto ali num cantinho abrigado do vento fiz um fogo com alguma madeira trazida pelo mar e orientei um fogareiro com umas pedras.

Tive a fazer de guarda para que alguma chama mais desavergonhada não me queimasse o almoço, ora assava mais de um lado ora assava mais do outro mas com calminha a coisa foi-se ajeitando.

O almoço foi servido mesmo na grelha onde me deliciei com lascas de robalo, barrigas e ovas; peixe, pão e vinho, foi até cair de cu 😄

Com a barriga cheia e alguma preguiça nas pernas lá guardei as coisas na carrinha e fui dar um passeio, a Primavera já se mostra em dias de sol…

A Primavera instala-se a passos largos, é a estação do ano que menos gosto, não é nem carne nem peixe…

Claro que não consegui comer o peixe todo no mesmo dia e guardei umas belas poupas na arca, no dia seguinte piquei uns coentros juntamente com quatro alhos e juntei duas colheres de azeite, deixei ferver e meti o peixe por cima, com um pão e dois copos de vinho nem vos digo nada, soube-me pela vida este jantar acompanhado do silêncio da noite que por aqui é único. 

Regra nº1 deixar o pesqueiro sempre mais limpo do que o encontrei, neste caso foi logo ali junto à carrinha que começou a tarefa…

Dias como estes passados por aqui onde o mar abraça as rochas e beija as falésias consigo viver coisas tão boas que por vezes quase que são esquecidas neste mundo excessivamente moderno em que vivemos, onde tanta coisa simples e boa quase que deixa de fazer sentido para a maioria das pessoas.

Saúde e força aí pessoal...


 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

Chumbadinha

“Chumbadinha”

Boas pessoal!

No início desta temporada tinha pensado em fazer umas pescas à chumbadinha para rentabilizar mais as minhas idas à pesca, ou seja; para compensar os kms que faço por vezes em vão, pensei que podia tentar uns sargos a pescar da falésia durante o dia antes de uma jornada de spinning por exemplo que muitas vezes termina num valente chibo, ou então fazer essa tal chumbadinha no dia seguinte e tentar apanhar algum sargo para fazer companhia a um soposto Robalo que tenha apanhado na véspera. Em termos de logística mental é mais um montão de coisas em que tenho de pensar mas por uma vez ou outra até pode ser que compense, para além disso e embora ainda não tenha acontecido ou até pode mesmo não acontecer mas também posso fazer dois dias a pescar nesta vertente para matar o vicio da pesca e não ficar tanto tempo sem pescar à espera que o mar reúna condições para fazer uma jornada de surfcasting ou de spinning, o que por vezes durante o Inverno posso ter de esperar meses que tal aconteça e o Inverno aqui é curto, passa num abrir e fechar de olhos…


Então neste dia em que os Sargos eram poucos no pesqueiro que eu escolhi, ainda juntei uns pexecos para trazer para a sopa. Logo no primeiro lançamento tive a triste infelicidade de ferrar uma salema, eu a pensar que tinha cravado um Sargalhão e olha, vai um gajo a ver se safa uns peixinhos e saca uma salema e ainda por cima das grandes, ou pelo menos maior do que o normal, este peixe para mim é um acidente da Biologia marinha que nem devia de existir, embora os entendidos digam que faz falta no ecossistema, enfim...
Entre o pica pica de pequenos sarguetes que foram devolvidos tive um momento de prazer calmo transformado num sobressalto quando sem estar à espera ferrei uma anchova assim que a chumbadinha caiu na água, nunca estamos à espera que uma coisa destas aconteça a pescar à chumbadinha, a gaja prega-me uma corrida que foi um gozo do catano, não é das espécies que eu melhor conheço nem que mais aprecio mas que dá um vício lutar com um peixe destes lá isso dá, ainda por cima a pescar fino e ter de lhe enfiar o cesto, coisa que já me tinha esquecido da última vez que o utilizei…


Para fazer esta pesca gosto de dias baços

A Natureza não precisa das pessoas, as pessoas é que precisam da Natureza, por isso há que protegê-la, mas não é cortando os acessos e proibindo a livre circulação de viaturas como costuma acontecer em alguns locais.

Acessos

Mais do mesmo, alívio mental

Acho que sou um aluno da Natureza, com ela aprendo mais em um dia do que aprendi na escola uma porrada de anos

Com umas marés boas aproveitei para ir aos búzios aqui na Ria, apesar do frio de manhã cedo ainda compensou, na cama de baixo das mantas é que não se apanha nada.


Um dia destes que o João Santana veio ao Algarve e me disse que tinha um lanche para nós, apressei-me a orientar as coisas e lá tivemos de fazer um petisco dos nossos que são sempre muito bem regados e de boa conversa…

Volta e meia lá tenho de fazer este sacrifício, um gajo também tem de comer alguma coisa, atão…

Pessoal por hoje é tudo, muita saúde e portem-se bem.


 

sábado, 3 de abril de 2021

Momentos Esquecidos - 2

Boas pessoal!

Espero que se encontrem bem de saúde, porque psicologicamente devem estar assim tipo como eu, passados do rodízio, isto tem sido um jogo psicológico que mais se assemelha a uma tortura, enfim…

Resolvi remexer o fundo do baú mais um pouco a ver se encontrava aqui qualquer coisa que servisse para fazer um post de brincadeira e ao mesmo tempo entreter-me um bocado no fim-de-semana de Páscoa com muito pouca liberdade, juntei algumas fotos ligadas à pesca e vou tentar falar um pouco sobre elas…


A minha paixão pela pesca nesta zona despertou-me interesse desde sempre, ao longo dos anos a minha curiosidade moveu-me a explorar muitos kms desta costa a pé e de carro, percorrendo falésias, laredos, miradouros, praias, caminhos, trilhos, aceiros e sabe-se lá mais o quê, posso dizer que não existe um palmo de orla marítima por onde eu ainda não tenha passado nesta zona…

Por volta do ano de 2002 tinha muito o hábito de pescar em falésias, as espécies alvo eram: besugos, bicas, douradas, safias, choupas, parguetes, fanecas, etc… Volta e meia fazia umas mistas bem bonitas e fartas, mas outras vezes também levava uns bons barretes com dois ou três peixinhos apenas e às vezes nem isso, hahaha…


Um cantinho especial (porto da baleeira) há quem diga que esta terra é a minha segunda casa…


O verão de 2003 foi inesquecível, pelos bons e pelos maus motivos, nesta altura as falésias eram livres…


O infinito Mar tem qualquer coisa de extraordinário…

Esta foto foi tirada num spot que descobri há uns bons anos, com um acesso difícil de carro até ao topo mas com um aceiro fácil e brutal até ao pesqueiro, nunca cheguei a pescar por lá mas um dia vai acontecer, é a tal situação, não dá para ir a todas…

 

Em 2004 muitas douradas eu tirei neste pesqueiro, não eram grandes mas eram muitas e de boa bitola, na altura tirava fotos a tudo menos ao peixe e quando tirava era de qualquer maneira, imaginava lá eu que um dia iria ter um blog de pesca… 


Capelinha


Alguém a tentar a sorte...


2009 também foi um ano de extremos e mudanças, um ano de perdas importantes e de conquistas interessantes, com momentos bons e maus, com decisões difíceis mas acertadas…


Entretanto no meio de tanto gelo ali no fundo da arca lá encontrei estas três postinhas de peixe para trincar ao jantar, um gajo tem de comer alguma coisa, atão… 😊


 Protecção do Planeta

Não é de agora que se fala em proteger e proteger, reduzir e reduzir, fiscalizar e fiscalizar, no entanto as acções feitas para o efeito não me parecem as mais acertadas, mas o excesso de evolução e as mentalidades exageradas continuam a querer mais e mais, ou seja; continuam a querer dar um passo maior do que a perna, querem aquilo que não precisam e gastam o que se podia evitar gastar, pensei que tivessem aprendido a ser mais humildes e simples com o raio da pandemia mas parece que ainda não foi desta.

Pessoal muita saúde e tudo de bom para vocês, força aí…


 

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Fevereiro, um mês sargueiro...

“Chumbica”
Boas pessoal!
No mês de Fevereiro para além de dar uns bons Robalos de vez enquanto, também costuma dar uns belos sargos em determinados pesqueiros ou zonas da Costa mais propícias a esta espécie, este não é o meu tipo de pesca preferido (chumbica) e a resposta é simples, apenas porque não posso ir a todas e o (Spinning & Surfcasting) estão sempre em primeiro lugar…


Este dia de pesca não começou muito cedo, lá está; porque na noite antes foi noite de spinning e o resultado foi zero, pois é nem sempre dou com os Robalos e para que a viagem não fosse em vão decidi levar o material para brincar aos sargos no dia seguinte 😊


Uma paragem para beber um cafezito a meio da manhã e lá fui eu para o spot que tinha em mente, as falésias estavam desertas; até parecia mentira 😊 Não vi um único pescador neste dia e assim pude escolher um sitio para pescar à vontade, tive por ali um par de horas entretido e havia muito sargo miúdo e pouco tempo davam aos sargos maiores de chegarem perto da isca, acho que devo ter devolvido cerca de uns dez sarguetes…


Não foi um dia de muitos Sargos, pelo menos ali naquela zona onde pesquei, no final ainda consegui trazer este quatro para casa, dois bons e dois muito bons, como se costuma dizer poucos mas bons…



A hora da bucha é sagrada, e na pesca sabe tão bem 😉


Um dia destes fui ali à Ria apanhar uns berbigões, um gajo tem de comer alguma coisa 😉


Um pesqueiro que até me deixou maldisposto, nem sei o que chamar a quem faz isto,“animais” está fora de questão porque os animais não fazem isto…

Saúde e força aí pessoal!

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

A Burra

Boas pessoal!
Um dia destes estava assim meio indeciso se ia ou não à pesca e quando assim é o melhor é ir mesmo, pois nunca se sabe o que nos espera e só indo é que se pode tirar as dúvidas e foi o que aconteceu…
Mas preparar uma pesca à pressa é coisa que nunca corre bem e para começar esqueci-me da luz que costumo usar, o que vale é que tenho sempre uma suplente (dos chineses) no ceirão para no caso de haver algum azar.
A viagem para lá também foi meio stressante, pois mais uma vez quando um gajo anda à pressa parece que nada corre bem, fiquei preso nas obras da Rua EN:125 e só pensava (tanto peixe à minha espera e eu aqui parado) é sempre o que um gajo pensa quando vai à pesca hehehehe, bom mas eu queria chegar ainda de dia e quando entrei numa zona de terra batida que conheço bem meti pata a fundo que aquela coisa até fazia pó na lama…


As Douradas este ano prolongaram a sua estadia por cá no Sul devido ao verão comprido que tivemos e não é de admirar que se apanhe uma ou outra perdida que vaguei por aqui junto à costa, não foi ao acaso que fiz a escolha deste pesqueiro pois sabia que podia ter a sorte de apanhar alguma, embora confesso que o objectivo eram os sargos mas estes foram poucos, tirei apenas dois mas como não eram nada de especial não tiveram direito a foto.

Estava eu relaxado e a ouvir o som do mar quando de repente uma pancada violenta quase que fazia cair a cana e assim que a agarrei tive a certeza de que tinha ali um belo peixe, demorei foi a admitir que seria uma Dourada destas, sempre teimosa e lutadora durante a recuperação mas foi quando ela encostou à falésia que eu vi que estava metido em trabalhos, pois meter o cesto à noite e sozinho a uma altura considerável não é tarefa fácil...

Naquele momento dezenas de metros de linha madre faziam união com 2m de estralho; ambos roçavam na falésia e nas rochas, cheguei a temer pelo pior mas com calma e jeitinho lá consegui encestar a burra que se debatia lá em baixo, a força do mar não ajudava em nada e tudo feito às escuras ainda piorava mais a coisa, assim que a senti dentro do cesto virei-o e icei-o uns metros para o afastar do mar que batia com força na falésia, quando o “elevador” chegou cá a cima é que realmente vi que o cesto vinha preenchido com uma bela Burra com o rabo de fora, tinha apanhado uma Douradona acima de 3kg em Janeiro, se estivesse gorda certamente o peso seria outro...

Mais tarde e depois de algum tempo sem sentir qualquer actividade pensei (vou mas é arrumar a tralha e picar a mula que se faz tarde…)

O tempo na Costa Norte está de poucos amigos, está do lado dos peixes e só a pescar em altura e em certos pesqueiros se poderá tirar algum proveito da pesca, temos de aceitar pois acredito que estas condições nos tragam grandes alegrias no futuro. Não só em Robalos, Sargos e Bailas mas também em Douradas que são alvo da pesca embarcada no inverno…
Ao que me parece e em conversa com pessoal que anda ao mar este tem sido um ano bastante fraco em cefalópodes (choco, polvo e lulas) pelo menos é o que tenho ouvido falar aqui no sul, escassez ou anos menos bons, vai-se lá saber…


O que mais me consolava era saber que tinha uma sopa de feijão para aconchegar o estômago às 3h da manhã, e para empurrar um copo de Rio Mira 😋


Farol do cabo de S.Vicente, onde a terra acaba e o mar começa…


Saúde da boa e não se esqueçam da regra nº1 (deixar sempre o pesqueiro mais limpo do que estava)
Força aí pessoal.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Poucos mas bons

Boas pessoal!
Este foi um inico de temporada muito aquém do que eu tinha pensado, perdi alguns dias de pesca devido ao calor que se prolongou até demasiado tarde, segundo os entendidos no assunto foi o Outubro mais quente desde o ano de 1930.


As jornadas de surfcasting têm ficado para 2ºplano por vários motivos, entre eles destaco a relação qualidade/preço do isco vivo que se vende nas lojas de pesca actualmente (da minha parte cortei em cerca de 70% na aquisição de isco em lojas de pesca), depois a tudo isto junta-se a distância a que costumo pescar 90% das vezes que são mais de 100km de estrada (rua EN:125) para lá e outros tantos para cá, o que faz com que as jornadas sejam selecionadas e planeadas sempre pela “certa” e da maneira mais rentável possível. Alguns erros de cálculo também os cometi e perdi mais uns dias de pesca o que serviu para aprender mais qualquer coisa neste mundo sem fim que é a pesca…


O outono já lá vai e infelizmente está a ser um dos mais secos das últimas décadas, a seca está a tornar-se um autêntico flagelo a nível nacional e a chuva teima em não cair, pelo menos em quantidade que se veja, mas pouca gente se preocupa com tal situação e só se vão aperceber do problema no dia em que abrirem a torneira e não sair uma pinga de água.


Bom mas no que diz respeito à pesca, esta foi uma jornada de spinning e chumbica, como no spinning não tive qualquer captura restou-me aproveitar o dia seguinte a pescar aos sargos da falésia. Não foram muitos mas foram bons, três Sargos kileiros e outros tantos sem medida que foram prontamente devolvidos…


É incrível como é que uma miniatura destas se crava tão bem no anzol e os Robalos com vários kilos não ferram nas amostras ou “desensolam debaixo dos pés"


De manhã bem cedo já o som das gaivotas entoava junto à falésia.


Se querem comportar-se como animais façam como eles, não façam lixo.


Que tristeza


Ainda trouxe algum, mas isto é apenas uma migalha do que há espalhado naquelas falésias. Saúde da boa e força aí pessoal, já agora não deixem lixo nos pesqueiros e se trouxerem apenas uma peça de lixo que não seja vossa já é uma boa atitude.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Semana da Páscoa

“Chumbica”
“Spinning”
Boas pessoal!
A semana da Páscoa é por norma uma semana de férias para muitos, se a Páscoa for tardia como este ano, no mês de Abril; quase que é certo haver romaria para o Algarve.
Com o volume de pessoas a aumentar consideravelmente por aqui até perco a vontade de me fazer à estrada para ir à pesca, agora com os dias grandes, o tempo quente e a hora de verão as pessoas ficam na praia até mais tarde, para ajudar à festa ainda há os “patos bravos” do surf que teimam em ficar na água até de noite a fazerem de bóias, é a factura que tenho de pagar por viver onde os outros passam férias e acreditem se quiserem que ao contrario de muitos não digo isto com orgulho, muito pelo contrario…


Mas falando de pesca, um dia destes fui dar um passeio e tentar uns sargos durante o dia à chumbica e depois algum robalo ao spinning no por do sol, o peixe foi pouco mas deu para entreter, devem ter ido fazer folares da Páscoa 😊
Os sargos apesar de poucos não ultrapassaram as 500g e parece que a fome não era muita, ou então não queriam aquele “menu”



A bem dizer nunca fiz grandes pescas de sargos neste pesqueiro, também não pesquei aqui muitas vezes, mas apesar de tudo gosto de pescar neste sítio, local pouco frequentado e bonito, até tem um charco de água doce para lavar as mãos 😊 acho que este pesqueiro é uma maravilha da Natureza...


Ao final do dia fui lançar umas amostras, o vento incomodava um pouco e o peixe também não colaborou como desejava, apesar de tudo deu para fazer uma ferragem e brincar com um peixinho kileiro.


Bom mas com ou sem peixe um gajo tem de comer, como não tive tempo de preparar nada, levei este farnel para comer depois da pesca e como estamos em época de Páscoa é claro que não podia faltar um folar daqueles com caramelo em monte 😋



Esta foto foi tirada em 2003, num trilho que dava acesso a um pesqueiro onde era proibido dar um passo em falso…


E esta foto foi tirada em 2017 no mesmo sítio, a diferença é que o trilho já não existe, uma derrocada fez desaparecer parte da falésia de tal maneira que por momentos pensei que me tinha enganado no spot.


Bendita mãe Natureza

Saúde e força aí pessoal.