segunda-feira, 26 de março de 2018

Março Marçagão, salta Sargalhão

“Surfcasting”
Boas pessoal!
Parece que os temporais abrandaram aqui no Sul e as praias ganharam um novo rosto depois da passagem dos mesmos, sinceramente as areias já precisavam de levar umas lavagens como deve de ser para eliminar as escamas deixadas pelos “camones” e outras porcarias que os veraneantes e não só deixam na areia durante as invasões que acontecem todos os verões no Algarve, tal como as fezes de “alguns” cãezinhos que ficam a fazer compostagem na areia onde nós depois estendemos a toalha, sim porque agora está na moda gastar um dinheirão num cão de raça e ir passeá-lo para a praia que serve de WC canino….


Esta jornada de surfcasting foi num dia de bonança a seguir a uma tempestade que já não me lembro se foi a Elsa, o Fernando, a Gina ou o Hilário, pois isto agora sempre que faz um dia de invernada (vento, chuva e mar forte) é baptizado com um nome, só inventam é mariquices…
Neste dia para começar apanhei um robaleco já com medida, mas achei-o assim meio raquítico e decidi libertar o bicho, coitado já não bastava ser raquítico que ainda por cima ter uma vida curta.

Os Sargos foram os protagonistas desta jornada e só dei com eles quando troquei de isco, neste dia andavam de apetites, o peixe em certos dias reage melhor a uns iscos do que a outros, o que faz com que tenhamos de levar sempre vários iscos e ir alternando ao longo da jornada, pois nunca sabemos o que lhes apetece naquele dia. Ainda fiz cerca de quatro ou cinco devoluções de pequenos sarguetos, desta vez não havia lixo (algas) e as bailinhas da praxe sem medida também não apareceram felizmente, aquelas que muitos pescadores guardam e dizem à boca cheia que apanharam 20 ou 30 bailas, para mim foi um descanso e espero que se mantenham bastante longe da Costa durante muito tempo e a salvo dos pescadores inconscientes…


O maior Sargo da jornada pesou 1,5 kg
Ainda o pesei várias vezes a ver se a balança acusava mais umas gramazitas para passar o meu recorde de Sargo que é de 1,550kg mas não, a teimosa da balança confirmou sempre que era 1,5kg e pronto tive de me render às evidências 😊


O resultado final desta jornada foram oito Sargos que no total acusaram 6,7 Kg…... (Sendo quatro deles entre o 1 kg e 1,5 kg)

Quando passei as fotos para o PC fiquei meio desiludido com esta, porque não transmite bem o tamanho e a qualidade dos Sargos, por isso resolvi tirar uma foto à bobine do SkyLine com a fita métrica a marcar um diâmetro de 10 cm, para servir de referência e terem uma ideia do tamanho dos Sargos…


Linhas usadas nesta jornada:
  RayLine 0,18 nos carretos, chicotes Cinnetic e MIMETIC 0,40 nos estralhos


Um dia destes o amigo João Santana veio ao Sul tratar de uns assuntos e claro que combinamos um petisco para meter a conversa em dia, desta vez tivemos a companhia do Cristóvão que tem andado desaparecido mas desta vez juntou-se à festa, também conhecido por “Mata Chibos” no mundo da pesca... 

Está aí a semana da Páscoa, é uma semana que eu detesto porque é idêntico a uma semana de Agosto, um gajo não consegue ir para lado algum sem apanhar trânsito e confusão, se aparecer um raio de sol então é tipo lagartos, lagartixas, osgas e iguanas estendidas ao sol em qualquer palmo de areia, é uma semana boa para os barões da hotelaria que até esfregam as mãos para receberem o turismo Pascoal.
Por hoje é tudo, respeitem os tamanhos mínimos e não deixem lixo nos locais de pesca.
Saúde e força aí pessoal.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Março Marçagão, salta Robalão

“Surfcasting”
Boas pessoal!
Já lá vai o tempo em que ia para a pesca a pensar no tal Robalão grande, aquele Robalo de 7 Kg ou mais que todos os pescadores de cana sonham em apanhar um dia, aquele a que todos chamam “o peixe de uma vida”. 
Alguns mais afortunados já tiveram esse privilégio, uns à custa de muita insistência, dedicação e sabedoria, esses sabem dar valor a capturas desse calibre, já outros por mera sorte ou coincidência estavam no sítio certo, no dia certo e à hora certa no local exacto a pescar com o isco ou com a amostra que o amigo disse que era a melhor do mundo e sem saberem o porquê de terem feito tal captura pensam que isto da pesca até é fácil e vai ser sempre assim, estão redondamente enganados e estes normalmente são os primeiros a abandonar a pesca porque ficaram mal habituados…

Nos últimos anos e desde que me dediquei mais à pesca desta espécie já tive essa oportunidade três ou quatro vezes se não estou em erro, mas o destino não me deixou cobrar esses peixes, achou que ainda era cedo ou que não os merecia e decidiu deixa-los crescer e engordar mais um pouco, já devem estar obesos os velhacos…


Na outra semana quando o tempo estava muito mau, andava com vontade de fazer uma pesca nestes dias de tempestade, mas todos os dias havia condicionantes que não o permitiam e também não gosto de inventar jornadas à “papo-seco” (pegar nas coisas e ir para a pesca sem analisar os prós e os contras).

Mas estive sempre atento às previsões e selecionei um dia em que houve uma pausa/intervalo na ondulação aqui na Costa Sul, um mar estava a cair e outro já se avizinhava, tinha poucas horas para pescar porque além da ondulação a chuva forte também estava prevista para a madrugada, no entanto a maré coincidia com as horas em que o mar estava de feição, coisa que não aconteceu nos outros dias.

A água estava tapada que mais parecia chocolate, mas estas águas por vezes escondem grandes surpresas, havia alguma corrente mas depois de meter uma cana a pescar confirmei que a mesma pescava bem e tive o pressentimento (de que esta noite vou vingar aqui um bom Robalo).

Mas o tempo passou e o filme já levava quase 3h, o actor principal não havia meio de aparecer, o raio do vento parecia o cunhado do Santanas, não dava tréguas e a humidade que vinha do mar deixava tudo encharcado, começava a perder aquele “feeling” que tinha no início da pesca e estava a tornar-se numa noite daquelas em que um gajo pensa se não teria sido melhor ter ficado em casa…


Andava por ali a ver o lixo que o mar tinha trazido naqueles dias de temporal e quando me virei a cana estava completamente arcada, como que me avisando de que estava lá algo de bom tamanho, por breves instantes pensei que fosse algum objecto (lixo) perdido que se arrastava à boleia da corrente e das ondas, mas depois de a cana vir atrás e voltar a dobrar novamente com alguma violência apercebi-me de que tinha lá um Robalão e o coração triplica os batimentos por segundo.

Peguei na cana e já o carreto dava linha ao peixe que aproveitou a boleia da corrente para ir pela praia fora, eu fui com ele e sempre que podia recuperava alguns metros, mas também lhe dava outros tantos quando o velhaco me os pedia, sentia que tinha ali um Robalo grande porque tudo aquilo era diferente de quando se apanha um Robalo de 3 Kg, à medida que o velhaco ficava mais perto da rebentação o batimento cardíaco aumentava ainda mais porque acendiam-se na minha memória episódios de grandes Robalos que eu já perdi no momento de os cobrar e a pior sensação que um pescador pode ter na pesca é perder um peixe grande aos seus pés.

Talvez tenha andado cerca de 100m a passear o velhaco pela praia, não estava fácil de separar este peixe da água, mas com calma e jeitinho lá o consegui meter em seco, é claro que foi uma alegria enorme quando lhe deitei a mão e o agarrei pelas guelras, este estava seguro e não teve a mesma sorte que os outros, desta vez ganhei eu 😊

Para mim esta captura teve um sabor especial, pois já perseguia um peixe deste calibre tenazmente há uns bons anos e o facto de estar ali sozinho à noite sem ninguém por perto e à mercê das instáveis condições atmosféricas foi para mim como uma recompensa do mar pela minha insistência e dedicação e é com muito gosto que eu partilho este peixe com vocês…

Acusou pouco mais de 6 Kg e estava magro, tinha a barriga completamente vazia, nem ovas nem comida no bucho, por um lado fiquei satisfeito por já ter desovado, mas se tivesse ovas e/ou comida talvez batesse nos 7 kg e era o tal Robalo que eu procuro há muitos anos. Mas o “se e o magro” não conta e por isso o registo fica pelos 6 Kg e é o maior que apanhei até hoje, pelo menos passei a barreira dos 5 Kg e tal que já era uma sina…


Linhas usadas nesta jornada
 SkyLine 0,24 nos carretos, chicotes Cinnetic e SkyLine 0,40 nos estralhos


As últimas semanas têm sido de invernada, com algumas tempestades a fustigarem a Costa Portuguesa de norte a sul, o que para além de ser bom para a Natureza, também evita que a Costa seja cercada de redes e aparelhos dos profissionais e também dos ilegais, assim sendo poupam-se muitos Robalos, por outro lado é mau porque a espécie não encostou para desovar tranquilamente nos devidos locais e por essa razão grande parte da desova não vinga, o que faz com que se percam milhões e milhões de alevins, já os Robalos que entraram nos rios e estuários desovaram tranquilamente e há mais probabilidade dos alevins serem bem-sucedidos.


Mais umas fotos das últimas tempestades na Costa Sul oferecidas pelo amigo Zé Dias que está sempre pronto a ajudar…

Peço desculpa por ter abusado na escrita desta vez, mas com um peixe maior o relato também tem de ser maior 😉

Respeitem a Natureza e façam uma pesca consciente libertando os mais pequenos, pois só assim serão recompensados no futuro com exemplares de bom tamanho.
Saúde e força aí pessoal.

sexta-feira, 9 de março de 2018

Tempestade Perfeita

“Surfcasting”
Boas pessoal!
Como eu tinha dito no último relato, o mar cerrou os dentes e bem, nas duas últimas semanas tem feito uma boa invernada e sabe-me tão bem ver as nuvens tomarem conta do céu ao invés do sol, sabe tão bem ver a chuva a cair e tanta falta que ela faz…
Esta foi uma jornada feita no início da maior tempestade que assolou a Costa Sul nos últimos anos, uma zona da Costa que na maior parte do ano é um autêntico lago, foi varrida pela forte ondulação…
As condições neste dia convidavam a ficar em casa, chuva, vento, tempo húmido e desagradável, isto são tudo factores que eu vejo como um aliado do defeso natural na pesca, porque são condições que desencorajam qualquer um a pegar nas trochas e sair de casa para ir pescar sozinho sem saber o que lhe espera.
Pois foi isso que eu fiz, fui dar as boas vindas ao maior temporal dos últimos anos na Costa Sul a que eu apelidei de “Tempestade Perfeita”


Nestas jornadas de pesca a sul o inimigo nrº1 do pescador lúdico é o lixo =(limo, algas) a quantos de nós que pescamos na Costa Sul já não aconteceu chegar à praia dar de caras com um mar de sonho e com aquela ansiedade de meter as canas à pesca e depois não conseguimos pescar por causa do lixo! Por aqui em dias de mar revolto a primeira coisa que um pescador pergunta logo quando se cruza com outro é: (Há lixo!!?) hahahaha grande fantasma que são as algas…
Neste dia quando comecei a pescar ainda não havia lixo mas a meio da jornada apareceu, no entanto nada de especial, desde que deixe pescar e não tape o isco tudo bem…


(A mesa da cozinha bem composta)

Foi uma jornada bastante entretida e cheia de actividade, sempre a trabalhar e a andar de um lado para o outro (lança, puxa, isca, faz estralho novo, guarda o peixe na saca, liberta o pequeno, etc) ainda fiz meia dúzia de devoluções entre bailas e sarguetas. As espécies capturadas foram as que estão à vista (Sargos e Robalos) que no total contabilizaram 14 Kg, tendo o maior Robalo acusado 3,200kg. Foi uma daquelas jornadas de pesca que me deixou completamente satisfeito e de “barriga cheia” como se costuma dizer por aqui, não só por ter feito uma boa pesca mas também porque correu tudo bem do início ao fim. Depois já em casa com um banho tomado, o estômago forrado e o esqueleto cai na cama, xiiiiiiiiiii!!!! Vocês sabem do que estou a falar  😊


Linhas usadas nesta jornada:
  RayLine 0,18 nos carretos, chicotes Cinnetic, SkyLine e MIMETIC 0,40 nos estralhos


A violência do mar nas últimas semanas deixou marcas por toda a Costa, desde praias que ficaram completamente despidas de areia até a infraestruturas que foram destruídas pela força do mar, algumas delas nem deviam lá estar e por isso o mar as cobrou. Não tenho memória de um temporal com esta intensidade destrutiva e duradoura na Costa Sul. Na Praia de Faro o mar deixou a descoberto pedras que eu não as via desde miúdo, pescadores e residentes confirmam que foi o maior temporal dos últimos 20 anos, há quem vá mais longe até e diga que havia 30 anos que não havia uma tormenta assim…
Por outro lado parece-me que querem arranjar a orla costeira com uma sessão de cosmética e isso é duvidar da força da Mãe Natureza e para aqueles que se julgam donos dela, esqueçam; porque a Mãe Natureza nas últimas semanas mostrou que não é de ninguém e que quem manda é ela…


Esta foi uma tempestade que veio mexer os fundos, limpar e lavar as areias velhas das praias e pedras, deslocar e desentocar peixes e comedia para os mesmos, agora ainda não se percebe bem o que o mar fez na fauna e vida marinha, mas certamente que no futuro muitos de nós, os mais atentos talvez vamos lembrar-nos deste grande temporal.

Esta semana foi difícil de conciliar as marés com o tamanho e direcção do mar e como se já não bastasse ainda houve dias de vento forte 30/40 nós e a chuva a dificultar a escolha dos dias para pescar, as águas estão completamente tapadas, eu digo mesmo barrentas até, derivado a vários factores (muita chuva que trouxe bastante água das ribeiras e barreiras, vento forte do lado do mar, e marés de grande amplitude que com a ajuda da ondulação lamberam as barreiras no litoral sul) ainda assim não me posso queixar, pois para mim foi uma "Tempestade Perfeita" e esta semana tive mais uma jornada bastante gratificante… Mas isso ficará para contar na próxima semana 😉

Está aí à porta mais um fim-de-semana de mau tempo e mar forte, mas desta vez a ondulação é diferente e as marés são curtas, vamos ver o que se vai passar, segundo as previsões a chuva vai continuar a cair para bem de todos e mal dos meus vizinhos que ficam à janela aborrecidos e com um ar de tristeza como se fosse o fim do mundo…
Saúde e força aí pessoal.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Sargos Assanhados

“Surfcasting”
Boas pessoal!
No fim-de-semana passado o mar quebrou novamente a norte e apesar de ter descido ainda tinha um toque forte, estava eu no vou não vou (lá está a tal indecisão) andava por aqui a responder a comentários no blogue quando me lembrei de espreitar novamente as previsões, como vi que vinham aí uns dias de festa rija decidi dar um saltinho à praia onde tinha feito a última jornada, o mar tinha força mas não tanta como na semana anterior, no entanto tive de recorrer à salvação das chumbadas de garras…
Não havia ninguém nas redondezas a não ser um casal de (bifes = camones) que andavam por ali a passear e a tirar fotos, tentaram meter conversa comigo mas eu nem olhei para eles, pois esses gajos têm a mania de dizer sempre “good luck” e essa é a pior coisa que me podem dizer a seguir a “vai trabalhar”.


Material montado e tudo apostos para começar a faina que não se ia alongar muito porque o mar ia subir bastante a meio da noite, estava com o pensamento nos Robalos pois na semana antes tinha tirado ali três bem bons, mas desta vez eles não andavam por lá e em vez disso estavam os Sargos “E que Sargos!!!”  alguns do tamanho de uma garrafa de água de 1,5L; (um deles era maior até e pesou 1,5kg; o meu recorde de Sargo é 1,550kg) no meio destes ainda devolvi dois pequenecos e um deles tinha a boca torta 😂 embucharam todos, pareciam que andavam assanhados 😊 e já quase a terminar a pesca ainda saquei uma boa Dourada, estas meninas mantiveram-se por cá durante este Inverno e tem saído uma ou outra com alguma frequência.

A pesca corria às mil maravilhas até o mar que estava previsto entrar e acreditem que entrou de repente, de um momento para o outro deixei de conseguir pescar, o mar arrancava as garras e cuspia-as cá para fora, não havia nada a fazer, eram horas e arrumar a tralha e levantar ferro, foi pena porque estava a apanhar uns peixes jeitosos, enfim…


No dia seguinte regressei logo pela manhã, tinha de voltar à base (casa) não só por causa do peixe que tinha comigo mas também porque queria dar as boas vindas à tempestade que estava a chegar e queria acompanhar os seus “primeiros passos” deste mar que tem assolado a Costa Sul nos últimos dias, então depois de analisar as previsões e ter feito bem as contas lá decidi qual seria a praia onde iria atacar novamente antes desta tempestade entrar em força e se instalar, bom mas isso é outra história e logo contarei na próxima semana  😉


Linhas usadas nesta jornada:
  SkyLine 0,24 nos carretos, chicotes Cinnetic e SkyLine 0,40 nos estralhos


O Mar cerrou os Dentes…

Finalmente entrou um mar “à Homem” na Costa Sul, um mar de tormenta para mexer, remexer, virar e revirar os fundos como já não acontecia há uns anos, uma semana de Inverno à antiga que chegou tarde mas ainda vem a tempo, embora muitos não se preocupem e nem queiram saber a chuva faz muita falta neste momento de seca em que o País se encontra e estes dias de invernada são um presente da Natureza como que a dar-nos uma 2ª oportunidade que muitos ignoram ou desprezam.


A combinação de mar grande do quadrante sul com marés de coeficiente elevado, vento forte a favor do mar que atingiu o seu pico à hora da praia-mar fez alguns estragos, sinto muito pelas pessoas pobres que vivem junto à Costa e que são prejudicadas por estas condições climatéricas adversas, pois nestes dias vivem em sobressalto.
Mas fico feliz por ver o mar cobrar o que é dele e que lhe têm vindo a roubar ao longo dos anos para daí explorarem pequenas ou até grandes (minas de ouro), desculpem a minha frieza mas não se admite que me cobrem 1€ ou mais por um café e 3€ ou mais por uma cerveja à beira mar, tal como não se admite que encham as praias de toldos, sombreiros e barquinhos amarelos com escorrega e cordas à volta dessa merda toda só para alguns terem acesso…


É bom que estas coisas aconteçam de vez enquanto porque parece que as pessoas deixaram de respeitar a Natureza, ela está adormecida mas não está morta, é tudo uma questão de tempo para reivindicar o que a ela lhe pertence e isto foi só um aviso, porque da próxima vez poderá ser bem pior, com a Mãe Natureza não brincam não!!!
Eu sabia que isto ia acontecer, só não sabia quando e desde que tenho acompanhado estas previsões com bastante atenção que sinceramente pensei que os estragos fossem piores e só não o foram porque as praias estavam com areia acumulada até ao pescoço, ainda não tinham havido temporais significativos na Costa Sul este Inverno, porque se este fosse o 2º ou 3º grande temporal do Inverno minha gente!!! Ai Ai Ai!!!!
A ondulação forte ainda não acabou, porque até nem há fim à vista nas previsões, mas o mar vai baixar um pouco e mudar de direcção, o que apaziguará a coisa pelo menos durante uns dias…


P.S.  As fotos do mar foram-me cedidas pelo amigo Zé Dias, ao qual eu aproveito mais uma vez para lhe agradecer.

Por hoje é tudo pessoal, sei que desta vez abusei um pouco na escrita mas como vai estar mau tempo no fim-de-semana já têm com que se entreter 😄
Saúde da boa e respeitem a Natureza…